Antifluffy
o experimento

Anônimo

Anônimo era um rapaz que vivia assistindo televisão, que passava Trump, Nelson e seus outros amigos e, assolado pelas notícias tristes, tensas e violentas, acabou se refugiando nos mundos das drogas, procurando esquecer os males do mundo.
Eis que então, ao fazer compras no mercado e comprar bacalhau na caixa registradora de Patricia, teve a brilhante ideia: Virar um passarinho para aproveitar a vida sem ter que pensar nessas questões. Se submeteu ao experimento e virou de fato uma calopsita!

Agora, o final dessa história você decide:
1- Ele viveu feliz com a sua liberdade, aproveitando cada segundo voando, aproveitando a floresta e o vento em suas asas.
2- Ele foi parar em uma gaiola, na casa de uma senhora, assistindo novamente a televisão e suas notícias sangrentas.

NoName

(A nossa história começa com o esperado: Era uma vez... mas não é uma história descritiva, é uma história que implica uma ação ou pelo menos uma decisão.)
Era uma vez um ser que não podia ser nomeado e que repousava no seu casulo. E tudo assim continuaria, por milénios talvez (mas se assim fosse a nossa existência seria enfadonha)...até que, este equilíbrio é perturbado.
MeTrumpa — A MAGRICELA—decreta gritando: — Todas as pessoas que usam óculosdevem ser detidas!
(Mas não podiam ser os ricos visados, ou Trump, ou a piaçaba... é que tudo isto soa estranho)

De imediato os seus soldados, esbardalhando, executavam a nova LEI. RobieWoman, ouve com preocupação a despótica medida e perante o caos decide agir. Percorre, voando uma grande distancia e supera, com a sua inteligência, inúmeras dificuldades até encontrar o lugar tranquilo onde NoName ainda dormia. A sua preocupação era grande pois a futilidade parecia ter sido abraçada por toda a
Humanidade. Sem folego acorda sem (a)primor(ar) NoName que lentamente recolhe todas as suas partespara fazer sentido. (Como detesto ser acordada) NoName, abraça o apelo de RobieWoman mas depara-se com um grande problema os Humanos já não se ensimesmam... O que fazer?...
(Só a Rita decidiu agir. Obrigada Rita!)

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Sr Empadão

O “Sr. Empadão” é uma personagem que fisicamente apresenta longos cabelos, uma pala, dois travessões, um bigode branco dois olhos e um nariz escuro. O Sr. Empadão gosta de comer empadinhas, gosta de viver no mundo real, verdadeiro, preferindo muito mais o contacto, diálogo e vivência humana ao invés de somente marcar presença nas redes sociais. A expressão facial do Sr. Empadão é imutável, contudo o seu hospedeiro pode variar, pelo que a linguagem verbal e corporal varia consoante a personalidade do seu hospedeiro.

VerReal

Facto é que o VerReal tornou-se conhecido nos mais distantes rincões do globo. Trampinha, sempre ávido por possuir cada vez mais, decidiu que um artefacto de tamanha relevância não poderia estar sobre o domínio europeu. A América Primeiro! Foi então que ordenou a todos os seus lacaios ( ops! Melhor dizemos: funcionários ) que elaborassem um plano para o sequestro do VerReal. Seus embaixadores em terras portuguesas, com o apoio tático-operacional da CIA, do FBI, dos satélites da NASA e dos Aliados, por fim botaram as mãos no código de acesso aos laboratórios da FEUP! (o código em questão era um exigência de uma das cartas disruptivas do tal inovador game). Dois agentes, nada secretos, adentraram os corredores labirínticos da Faculdade de Engenharia atrás de tão valiosa criação. Após ultrapassar várias barreiras eletrônicas, eletromecânicas e burocráticas, chegaram ao laboratório de artes e comunicação multimédia, onde o VerReal estava tão bem guardado. Na mesma noite o nosso antifluffy mais querido ( há aqui uma certa incongruência, mas tudo bem..) estava no Salão Oval, sobre a mesa de Trampinha. Este, inquieto por natureza, mandou que saíssem todos os secretários, o Chefe do Estado Maior e lá ficou admirando sua nova aquisição.

Quando finalmente vestiu o VerReal e começava a divertir-se com o novo brinquedo, que nesta altura o transportava para a Guerra de Secessão, e via-se ali Trampinha em meio a uma batalha ao lado dos Confederados, sentindo-se a galopar num dos cavalos e a disparar vários tiros aleatórios..... Tchan tchan tchan tchan !!!! Uma misteriosa caixa abriu-se dentro dentro da cabeça de Trampinha: era a Caixa Digital! Transportando-o para uma realidade onde todos os seus medos (ficar careca, perder as eleições em 2020, etc..) tomaram forma real misturando-se a sons ininterruptos e atordoantes (outra carta disruptiva), sol incessante e chuva de dados, um verdadeiro caos ! As portas do Salão Oval são abertas e o presidente americano segue deitado com o VerReal ainda em funcionamento. Fontes em Washington disseram que Trampinha ainda não retornou desta viagem digital e America está paralisada ( não sabemos se de pavor ou alegria...)

Antifluffy, o Experimento

Desde o seu nascimento, Antifluffy o experimento sofre a mágoa e a vergonha de ser consistentemente posto de parte aquando a realização de convites para os vários ajuntamentos, cerimónias de acasalamento e “cocktails” formais, dos seus pares e restantes antifluffies. Não se sabe bem o porquê desta ostracização imediata, porém, as duas razões mais recorrentes e demi-cientificamente comprovadas são o facto de Antiflyffy o experimento ser o único antifluffy registado que não só se apresenta com o seu primeiro nome – homólogo à sua espécie, remetendo para uma ideia de ideal de representação da mesma – mas também pelo seu sobrenome. Por não ser apenas um segundo nome familiar comum – como Almeida, Zebedeu, ou mesmo Wellington – mas ser também um tipo de cognome: “O Experimento”; como se fosse da realeza, mas afinal quem é que ele pensa que é para ter cognome? E, ainda por cima, nem é daqueles cognomes feios como “O Gordo”, ou “O Baixo”, é logo “O Experimento”! Ai que bom que eu sou, que é logo “O Experimento” e tal…bom, mas não é de juízos de valor que esta descrição se constitui.

É certo, que a outra característica fulcral da definição de Antifluffy o experimento é a sua criação. Antifluffy o experimento é único, na medida em que, tendo sido planeado e formado para um propósito final, e baseado em teoria e conhecimento da área da criação e criatividade, é apenas um confirmado e total antifluffy de ginjeira, porque os seus criadores nem tinham a noção aprofundada da teoria que restringe, define e valoriza academicamente o antifluffy quando o imaginaram e enquanto o criaram. Nem ninguém imaginava ou planeava que o próprio antifluffy, de forma minimamente criativa, se incorporasse a ele próprio na sua missão, e, portanto, nele próprio, e numa espécie de confusa “matrioska” de significado e definições, criadas sob pressão para uma data limite, por um grupo de criativos em que, a partir de dados (previamente existentes mas) desconhecidos do grupo como um todo até então, formando, finalmente, uma narrativa consolidada e uma criação com principio, meio e fim.

Sobre

Grupo

Pedro Miguel Botelho Miranda - up201800072
Francisco Magalhães - up201305799
Dan Martini Campos Bueno - up201802181
Thiago Henrique Campos - up201800073
Gabriela Ornellas - up201802184
Gabriela Giralt - up201800070